Qual é o seu grito de guerra?

Como comentei na semana passada, passei os últimos dias na região da Toscana (antes de vir completar a viagem de férias com a minha família na Costa Amalfitana – ambas regiões da Itália).

Uma das coisas que sempre me chamou a atenção ao vir para a Europa é o uso dos brasões, bandeiras, cores e símbolos para demonstrar, com orgulho, a qual grupo/região/família você pertence.

Na cidade de Siena, por exemplo, tem uma corrida de cavalos chamada Pali, realizada duas vezes por ano entre todos os 17 distritos (que nós chamaríamos de bairros). Cada distrito tem sua bandeira, seu estandarte, seu brasão, suas cores, sua história.

Algo parecido com o que temos com as escolas de samba no Rio de Janeiro (com a diferença que o Palio de Siena começou um pouco antes – no século XIII!), ou Parintins, para quem é do Norte, com Caprichoso de um lado e Garantido do outro.

Eu acho que essas coisas tribais têm um poder imenso em termos de motivação do ser humano. Precisamos pertencer a um grupo, a algo maior do que nós. Faz parte do nosso DNA.

Note que esses grupos sempre têm um mote, um “slogan”, uma frase que define quem são e no que acreditam.

Da mesma forma, podemos ter uma frase nossa, própria, pessoal, que nos ajuda a definir quem somos e no que acreditamos.

Uma frase que repetimos para nós mesmos, como uma afirmação, em momentos de alegria, de agradecimento e também em momentos complicados da nossa vida, para nos dar força.

Uma das minhas frases para esses momentos eu adaptei do Bob Proctor: “Sou feliz e agradecido porque o dinheiro vem para mim, todos os dias, de diversos lugares, em quantidades cada vez maiores”.

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