Allan Michael Schneider de Medeiros – O amor à profissão não tem idade

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Há dez anos ele é vendedor. De segunda a sábado à noite, vende amendoim doce e salgado nos bares de Curitiba. A simpatia e o profissionalismo com que aborda as pessoas já lhe renderam urna clientela fiel, entre políticos, juízes, empresários, madames e funcionários públicos da cidade, que fazem questão de comprar os produtos cada vez que ele oferece.

Aos 14 anos, Allan Michael Schneider de Medeiros, que começou acompanhando o irmão mais velho e apaixonou-se por vendas, hoje sustenta a família com o dinheiro que ganha vendendo cerca de 1.600 pacotinhos de amendoim por mês. Ele faz questão de trabalhar de gravata, porque acredita que o traje é o cartão de visita das pessoas e tem suas estratégias para chamar a atenção. Quando vai oferecer o produto, o garoto olha no celular o nome da pessoa e chega conversando com o cliente, como se o conhecesse. Já ficou famoso pelo seu estilo irreverente, pois sempre tem uma resposta na ponta da língua quando o cliente tem dúvida a respeito do produto. “Uso bons argumentos para convencer o consumidor de que o amendoim que vendo é o melhor e mais tradicional”, conta Allan, arrumando a mochila para enfrentar mais uma noite de trabalho Alías, ele precisou conseguir uma autorização do juizado de menores para p& der continuar trabalhando à noite.

Mas não são só clientes que o admiram e acreditam no seu trabalho que ele encontra pela frente. Allan conta que uma das situações mais constrangedoras aconteceu quando um ofereceu dinheiro para colocar droga junto com o amendoim. “Eu imediatamente me neguei a fazer esse tipo de serviço e fiquei com medo que o meu produto fosse usado para essa finalidade”.

Apesar da pouca idade, o garoto já tem o seu futuro planejado. Vender de bar em bar, só até 2004. Depois, vai trabalhar na empresa de um dos seus clientes e pretende estudar Marketing. Ele já ganhou bolsa de estudos de um cliente que é reitor de uma faculdade particular da cidade. Quanto à profissão de vendedor, não pretende abandonar. “Vou continuar vendendo, mas somente por encomendas”.

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